15 mar, 2011
Ragnarok 2: Review Completo – Parte 2: Jogabilidade
Postado por Tiago Santana em Análises|Closed-Beta|Vídeo
Desculpem o blog ter ficado offline, mas o host demorou pra confirmar o pagamento e o blog demorou pra voltar. Agora vamos ao que interessa: segunda parte do review de Ragnarok 2!
OBS: você pode ler a primeira parte do review clicando aqui. E não esqueçam de visitar o Ragnarok 2 Brasil!
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Movimentação/Câmera:
Existem dois tipos de movimentação no jogo: o primeiro é o WASD, comum em MMOS atuais, bem livre, com a opção de pular com a barra de espaço (o pulo acaba se tornando bem útil, existem lugares onde só se consegue chegar escalando); o segundo é o mesmo sistema do RO1, o point to click, que é quando você anda com o mouse, clicando aonde deseja que o personagem vá. Quanto a câmera, temos o modo livre e o que nos leva de volta a Ragnarök 1, aquela de cima, vendo o personagem de lado. Bela sacada dos desenvolvedores.
Combate:
O modo de combate é rápido, simples e dinâmico. Quer algo mais Ragnarök do que isso? Melees atacam rapidamente, com animações muito bem feitas. Combates ranged são maravilhosos, arqueiros e cia agora podem atacar andando, o que lhes confere uma ótima vantagem. Casters possuem as mais belas animações de skills: são enormes labaredas de fogo, gelo ou qualquer outro elemento que um mago utilize pra rachar a cabeça de um inimigo. Poções agora tem cooldown e para recuperar a vida fora de combate, o certo é utilizar comidas, que recuperam grandes quantias , mas perdem o efeito quando se leva um hit normal. Toda a estratégia está de volta, com skills de invisibilidade, detectar, AOE’s poderosísismos, stuns e mais.
Quests:
As quests, até o momento, são os principais meio de leveling, sendo obrigatórias para se ir a Prontera. A maioria delas são simples e não contam muitas coisas sobre o enredo do jogo, apenas que a fenda dimensional afetou o local, então existe uma super população de monstros ou que infectou monstros e eles estão agressivos, mas algumas poucas explicam e estas são as que irão se juntar as quests a partir do level 50, onde você começa o jogo de verdade. O estilo de up é totalmente baseado nas quests, pois a XP obtida por monstros são MÍNIMAS, sendo impossível upar “livremente”. O jogo flui normalmente até o nível 25, sem amigos jogando, depois disto se torna um pouco enjoativo e sem estímulos, não é muito difícil de parar de jogar. MAS vale lembrar, que o jogo ainda está em estágios inicias de desenvolvimento, É QUASE CERTEZA que mais além teremos uma gama maior de possibilidades igual ao RO1.
Interação/Grupos:
Grupos em Ragnarök 2 são realmente essenciais. Agora no CBT o jogo estava realmente fácil solo, mas precisamos contar que nenhum monstro tinha habilidades ainda. É calculável, que no nível 25, para matar a Flor do Luar, que é a MVP da dungeon de Payon, seja preciso pelo menos 6~8 players, com vários noviços curando e pelo menos uns 2 tanks. Vai ser osso duro de roer.
Atributos/Personagem:
POR ENQUANTO temos um sistema de atributos automático, igualzinho o dos MMO’s atuais. Essa foi uma das maiores reclamações durante o primeiro e o segundo CBT’s e a Gravity já se pronunciou que está desenvolvendo um sistema de atributos igual ao do Ragnarök 1, ponto por ponto, em que você escolhe onde deseja adicionar os pontos recebidos na subida de níveis.
E no próximo post será feito um review sobre o design do jogo.








first
nice review (axo q eu ja tinha dito isso no1) xD
axei q nun ia mais volta….tava chorando ja
meu velho. algumas coisas axei legais outras nem tanto. fica na mesmice como citado nessa Part ” sistema de atributos automático, igualzinho o dos MMO’s” vai matar o rag pois devia ter inovaçao.
Vamos torcer para que o RO2 não seja tão WOW-like como estou vendo… queria ver coisas diferentes saca? To vendo vários sistemas copiados… Alguém sabe daquele outro MMO que estava sendo desenvolvido por alguns devs antigos do RO?
O Lime Oddissey?
Acho que ainda está em open-beta
Isso isso… xD Esse eu achei diferente. Gostei dos graficos… mas dizem que o RO2 irá melhorar MUITO o grafico. Será?
Acho que minha gtx 460 vai guentar quando lançar.
Aeee voltou!
EU PERCO O CHÃO SEM O BLOGMMO… HUNF
hahahahaha, olha a viadaaaaaaagem!
quero ve como ta a animaçao da skill “ira de thor” XD
Achei que o RO2 ficou parecido demais com outros mmos… Os gráficos são bem bonitos!
É, infelizmente por enquanto, parece WoW…
Mas, acho q vai aparecer ai na review alguma hora o sistema de moral. Vc pode ser tanto uma “ma pessoa” quanto uma “boa pessoa” ou ate uma pessoa neutral(isso eh decidido no nv 50, por isso eh onde o jogo começa).
Existe tb os titulos, que foi nesse R-CARE um meio de customizar as builds. Pq eles te deixam com outras propiedades.
Alem de outras coisas, as quais estou com preguiça de comentar. De qualquer modo, RO2 esta caminhando de “bom” para melhor.
Na boa não achei nada pra me conveser a jogar isso….
Priston Tale ?
concerteza .. lançamentos estupendos como Tera,GW2 e outros pq RAG2 ta mt abaixo..
Ragnarök já teve mais de 60 milhões de jogadores pelo mundo todo desde seu lançamento em 2002. Grande parte desses, mesmo já tendo parado de jogar, estão lá, na espera por essa continuação, pois não querem jogar um hack and slash, não querem gráficos grandiosos ou batalhas estupendas, eles querem a mesma diversão que tiveram jogando o primeiro jogo da franquia, querem as mesmas sensações. O jogo pode nem se comparar com esses grandes MMO’s hypados, mas que vai bombar de gente querendo reviver um pedacinho do passado bem rapidinho vai, pode ter certeza.
O que o lucas disse faz todo o sentido, a maioria dos players que jogam ou jogavam rag não querem graficos ou batalhas estupendas, a gente só quer reviver o que viveu no RO1 em uma forma diferente no RO2 não perdendo a originalidade do Ragnarok.
MMO Genérico. Pf…
Era o esperado. Pelas primeiras imagens já da pra ver que ia ser Genérico. O Game simplesmente não mudou nada desde aquele primeiro Rag 2.
Também, não dava pra esperar muita coisa de uma empresinha dessas.
[...] Terceira parte do Review escrito pelo Portal Ragnarok 2, o mais completo portal em português sobre esse tema. Para ler a parte 1 clique aqui, e para ler a parte 2, clique aqui. [...]